E Agora ?
quarta-feira, 28 de julho de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
Acelerador acha pistas do Bóson de Higgs ou a "partícula de Deus"

O Fermi National Accelerator Laboratory, em Illinois, Estados Unidos, estreitou as buscas pelo bóson de Higgs, a chamada Partícula de Deus.
O laboratório utilizou dados de seu acelerador de partículas Tevatron para aumentar a sensibilidade das buscas.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Etanol do Trigo ?
O trigo é um alimento milenar, largamente utilizado na alimentação ocidental há milhares de anos, mas ainda estão descobrindo novas utilidades para ele. Nessa era de busca por alternativas para combustíveis, qual não foi a surpresa de um instituto de biotecnologia de Kalundborg, Dinamarca, quando eles conseguiram fabricar etanol a partir da palha do trigo!
A produção desse novo tipo de etanol já passou da fase de testes, e a empresa dinamarquesa quer montar uma refinaria exclusivamente dedicada à produção do “Etanol de biomassa”. A grande vantagem da produção de Etanol a partir da palha de trigo é que não é necessário haver combustíveis fósseis (sim, geralmente a matéria-prima para o Etanol é a cana-de-açúcar, carro-chefe da produção brasileira, por exemplo, mas é preciso haver combustíveis fósseis durante a produção) no processo. A celulose do trigo, encontrada na molécula interna chamada Lignina, é o local de onde se extrai o etanol.
Para fornecer energia à própria refinaria, a empresa deu outra grande jogada de sustentabilidade: vão utilizar o vapor rejeitado da Asnaes, maior usina energética da Dinamarca, para colocar a sua própria em funcionamento. Essa “parceria” entre as duas usinas vai permitir com que se produza energia elétrica e combustível de etanol ao mesmo tempo, e de maneira limpa, já que os rejeitos poluentes de uma são usados como combustível para a outra. Nem todos os rejeitos poluentes serão utilizados, mas os especialistas falam em no mínimo 70% do aproveitamento desse material. Assim, será uma usina “quase neutra”, ambientalmente falando.
Dessa forma, o Etanol produzido poderá ser um eficiente substituto para a gasolina, que é mais poluente e está se tornando a cada dia mais cara, escassa e disputada. Além disso, a produção deixa Lignina (a fibra do trigo) sólida, que também é um combustível e pode substituir o carvão mineral, que tem as mesmas desvantagens de qualquer combustível fóssil.
Atualmente, essa refinaria dinamarquesa é a única em funcionamento no mundo usando a celulose (e sua produção é de 5,2 milhões de litros anuais – pouco perto do que se produz de outras fontes energéticas), mas três usinas nos Estados Unidos já fazem planos para adotar o mesmo método. Ao que parece, a crise energética que os ambientalistas previram, se existir, será amenizada
Retirado de Hypescience.
A produção desse novo tipo de etanol já passou da fase de testes, e a empresa dinamarquesa quer montar uma refinaria exclusivamente dedicada à produção do “Etanol de biomassa”. A grande vantagem da produção de Etanol a partir da palha de trigo é que não é necessário haver combustíveis fósseis (sim, geralmente a matéria-prima para o Etanol é a cana-de-açúcar, carro-chefe da produção brasileira, por exemplo, mas é preciso haver combustíveis fósseis durante a produção) no processo. A celulose do trigo, encontrada na molécula interna chamada Lignina, é o local de onde se extrai o etanol.
Para fornecer energia à própria refinaria, a empresa deu outra grande jogada de sustentabilidade: vão utilizar o vapor rejeitado da Asnaes, maior usina energética da Dinamarca, para colocar a sua própria em funcionamento. Essa “parceria” entre as duas usinas vai permitir com que se produza energia elétrica e combustível de etanol ao mesmo tempo, e de maneira limpa, já que os rejeitos poluentes de uma são usados como combustível para a outra. Nem todos os rejeitos poluentes serão utilizados, mas os especialistas falam em no mínimo 70% do aproveitamento desse material. Assim, será uma usina “quase neutra”, ambientalmente falando.
Dessa forma, o Etanol produzido poderá ser um eficiente substituto para a gasolina, que é mais poluente e está se tornando a cada dia mais cara, escassa e disputada. Além disso, a produção deixa Lignina (a fibra do trigo) sólida, que também é um combustível e pode substituir o carvão mineral, que tem as mesmas desvantagens de qualquer combustível fóssil.
Atualmente, essa refinaria dinamarquesa é a única em funcionamento no mundo usando a celulose (e sua produção é de 5,2 milhões de litros anuais – pouco perto do que se produz de outras fontes energéticas), mas três usinas nos Estados Unidos já fazem planos para adotar o mesmo método. Ao que parece, a crise energética que os ambientalistas previram, se existir, será amenizada
Retirado de Hypescience.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Salsicha .. Tem besouro e fumaça em pó ! Eca
COMPOSIÇÃO: carne mecanicamente separada de ave, pele e miúdos suínos (fígado, rins, coração), carne suína, gordura de ave, água, proteína texturizada de soja, amido (máx. 2%), sal, açúcar, alho. Estabilizante tripolifosfato de sódio, aroma de fumaça, glutamato monossódico, conservante nitrito de sódio, antioxidante eritorbato de sódio, corantes urucum e carmim de cochonilha.Carne mecanicamente separada
No início, é o frango. Depois que a desossa manual tira o peito, a coxa e a sobrecoxa, o que sobrou vai para a prensagem mecânica. Ali é extraída a carne dentre os ossos, que sai da peneira em forma de pasta. Sem esse processo, boa parte da carne iria para o lixo. É nojento – e mais barato.
Pele e miúdos suínos
Se só tivesse carne, a salsicha seria dura e cara. A pele de porco cozida é fonte de proteína de gordura e de colágeno (uma gelatina que deixa a mistura macia). O coração dá cor à massa, já que é rico em mioglobina (o pigmento vermelho da carne). Já os outros componentes (fígado e rins) não têm função certa: servem mesmo para encher lingüiça, ou melhor, salsicha.
Água, proteína de soja e amido
Uma invenção brasileira. Para substituir parte da gordura, as indústrias nacionais usam água. Para reter essa água, é preciso adicionar proteína de soja e amido (fécula de mandioca). Essa soma reduz a quantidade de gordura – enquanto as salsichas estrangeiras têm até 30% de gordura, as nacionais levam de 20% a 22%.
Tripolifosfato de sódio
Coadjuvante do sal, ajuda a manter a gordura misturada à massa. A salsicha poderia passar sem o tripolifosfato: ele é prescindível do ponto de vista tecnológico e tem muito sódio – um problema para hipertensos. Por isso, é evitado na Alemanha e na Suíça.
Aroma de fumaça
É como comer fumaça em pó. A fábrica destila a fumaça na água, filtra as impurezas e seca a solução. O pó restante é acrescentado à massa, dando aquele sabor de defumado à lingüiça.
Corante de urucum
Usado como maquiagem por índios brasileiros, o urucum dá a cor da capa da salsicha. O Brasil usa urucum na salsicha porque, aqui, ela só vende se for colorida. Mas a lei proíbe urucum na parte interna – que poderia mascarar uma possível falta de carne.
Carmim de cochonilha (INS 120) (Besouro triturado)
Parece piada, mas esse corante é extraído da fêmea do Dactylopius coccus, um besouro que não mede mais de 5 milímetros. Secado ao sol e depois triturado, o besouro vira um corante vermelho usado em iogurtes, sorvetes, recheios de bolachas. O problema é juntar tantos insetos: para cada quilo do pigmento, vão 150 000 besouros!
Retirado do Blog das Moléculas
Molécula em forma de bola de futebol no espaço ..
Astrônomos detectaram as maiores moléculas já encontradas no espaço em uma nuvem de poeira cósmica ao redor de uma estrela. As moléculas têm a forma de bola de futebol e são formadas por átomos de carbono.
Descobertas há apenas 25 anos em experimentos de laboratório, essas moléculas, chamadas de fulerenos, consistem de 60 (C60) ou 70 (C70) átomos de carbono organizados na forma de uma esfera, alternando hexágonos e pentágonos.
Devido a sua estabilidade, esperava-se encontrar a molécula em estrelas bem desenvolvidas ricas em carbono. O elemento forneceria a matéria prima para a molécula, e sua estabilidade impediria sua quebra pela radiação interestelar.
Apesar da expectativa, ainda não haviam sido detectados fulerenos no espaço. Agora, um grupo de pesquisas liderado por Jan Cami, da Universidade de Western Ontario, no Canadá, detectou as moléculas usando o telescópio de infravermelho Spitzer da Nasa (agência espacial americana).
Em artigo publicado na revista "Science", Cami e sua equipe descrevem ter identificado a assinatura em infravermelho da molécula.
"[As moléculas] oscilam e vibram de várias maneiras e, ao fazerem isso, interagem com a luz infravermelha em comprimentos de onda bem específicos", disse Cami à "BBC News". Quando o telescópio detectou emissões nesses comprimentos de onda, Cami sabia que o sinal vinha de fulerenos.
Harry Kroto, professor da Universidade Estadual da Flórida e Nobel de física em 1996 pela descoberta dos fulerenos comemorou a descoberta. "Esse avanço entusiasmante fornece provas convincentes de que os fulerenos, como sempre suspeitei, existiram desde tempos imemoriais nos recantos escuros da nossa galáxia.
O sinal originou-se em uma estrela de Ara, no hemisfério celestial sul, a 6.500 anos-luz de distância.
Retirado da Folha Ciência Online
Descobertas há apenas 25 anos em experimentos de laboratório, essas moléculas, chamadas de fulerenos, consistem de 60 (C60) ou 70 (C70) átomos de carbono organizados na forma de uma esfera, alternando hexágonos e pentágonos.
Os fulerenos são uma terceira forma de carbono. As duas primeiras são grafite e diamante.
Apesar da expectativa, ainda não haviam sido detectados fulerenos no espaço. Agora, um grupo de pesquisas liderado por Jan Cami, da Universidade de Western Ontario, no Canadá, detectou as moléculas usando o telescópio de infravermelho Spitzer da Nasa (agência espacial americana).
Em artigo publicado na revista "Science", Cami e sua equipe descrevem ter identificado a assinatura em infravermelho da molécula.
"[As moléculas] oscilam e vibram de várias maneiras e, ao fazerem isso, interagem com a luz infravermelha em comprimentos de onda bem específicos", disse Cami à "BBC News". Quando o telescópio detectou emissões nesses comprimentos de onda, Cami sabia que o sinal vinha de fulerenos.
Harry Kroto, professor da Universidade Estadual da Flórida e Nobel de física em 1996 pela descoberta dos fulerenos comemorou a descoberta. "Esse avanço entusiasmante fornece provas convincentes de que os fulerenos, como sempre suspeitei, existiram desde tempos imemoriais nos recantos escuros da nossa galáxia.
O sinal originou-se em uma estrela de Ara, no hemisfério celestial sul, a 6.500 anos-luz de distância.
Retirado da Folha Ciência Online
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Aspirina: um velho medicamento com novos usos
A aspirina é uma substância sólida conhecida há mais de 100 anos. Seu nome químico é ácido acetilsalicílico (AAS) e, provavelmente, é o medicamento mais conhecido e mais vendido no mundo. Milhões de pessoas já se utilizaram da aspirina para diminuir dores e baixar a febre. Acontece que, nos últimos trinta anos, muitas pesquisas foram realizadas com a aspirina, tendo sido encontrados novos usos para esta droga centenária.
A história da aspirina começou há cerca de um século, quando o químico alemão Felix Hoffman pesquisava um medicamento para ser usado no tratamento da artrite, doença de seu pai. O objetivo dele era encontrar uma droga para substituir o salicilato de sódio, medicamento usado naquela época, mas que exigia grandes doses diárias e provocava irritação e fortes dores estomacais nos pacientes. Hoffman conseguiu preparar o ácido acetilsalicílico, que veio depois a ser chamado de aspirina. A nova droga tinha as mesmas propriedades do salicilato de sódio, conseguia melhorar a qualidade de vida dos portadores de artrite e gerava menos efeitos colaterais. Hoffman trabalhava na Bayer da Alemanha e seus superiores não aceitaram de imediato substituir o salicilato de sódio pela aspirina. Eles achavam inclusive que o novo medicamento não teria futuro.
Mas não foi o que aconteceu. No caso da artrite, a aspirina tornou-se rapidamente o medicamento mais usado no tratamento dessa doença, que ataca as juntas e o tecido conectivo do corpo humano, e se apresenta sob mais de 100 diferentes formas. A aspirina é o medicamento mais barato para combater este mal, inclusive em suas formas mais comuns: a osteoartrite e a artrite reumatóide.
Nos anos 1970, o cientista britânico John Vane observou que alguns tipos de ferimento eram acompanhados da liberação em nosso corpo de substâncias chamadas de prostaglandinas. Ele também percebeu que dois grupos delas provocavam febre e vermelhidão no local do ferimento (sinais de inflamação). Vane e colaboradores descobriram que a aspirina bloqueava a síntese de prostaglandinas, evitando a formação de plaquetas, que depois se transformavam em coágulos de sangue no corpo humano. Esses coágulos eram responsáveis pelo bloqueio do fluxo de sangue para o coração, resultando no ataque cardíaco. Assim, a aspirina evita a formação de coágulos e, portanto, pode impedir o infarto do miocárdio. A descoberta foi sensacional, uma vez que só nos EUA mais de um milhão de pessoas sofrem ataques cardíacos por ano e quase 50% delas acabam morrendo.
Muitos estudos foram realizados com a aspirina nos últimos 30 anos, envolvendo grupos de pessoas que pertenciam a três categorias: pessoas com doenças cardiovasculares ou cerebrovasculares, pessoas em fase aguda de infarto e pessoas sadias. Nessas pesquisas, o uso da aspirina se mostrou de enorme importância na prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares. Houve uma sensível diminuição no número de mortes e de infartos nos grupos considerados de risco.
Como a aspirina é um anticoagulante, há muitos trabalhos de pesquisa demonstrando que ela reduz o risco de trombose e de derrame cerebral. Como se sabe, a forma mais comum deste último ocorre quando os vasos sangüíneos que irrigam o cérebro com oxigênio e nutrientes são bloqueados por coágulos.
Alguns trabalhos mais recentes tentam comprovar que a aspirina inibe o crescimento de vários tipos de tumores: endometrial, esofágico, gástrico, pulmonar e colorretal. Há também perspectivas do uso de aspirina para prevenção e tratamento de doenças que atacam o cérebro como é o caso do mal de Alzheimer e de outras enfermidades degenerativas.
A FDA (Food and Drug Administration) dos EUA aprovou, em outubro de 1998, novas orientações para o uso da aspirina em pacientes com problemas reumáticos, cardiovasculares e cerebrovasculares. Ela é recomendada, em doses adequadas, para tratamento de homens e mulheres com isquemia cerebral, derrame cerebral, angina, infarto agudo de miocárdio e doenças reumáticas e vasculares em geral.
É importante observar, no entanto, que a aspirina pode gerar efeitos colaterais indesejáveis. Muitas pessoas não toleram a droga mesmo em baixas doses. A aspirina pode provocar dores estomacais, úlceras gástricas, diarréias, náuseas, sangramentos e hemorragias internas. Seu uso não é recomendado para quem possui problemas gástricos, renais ou biliares. Deve-se evitar também o uso indiscriminado, sem a devida prescrição médica.
Antonio Carlos Massabni
Instituto de Química – Araraquara - UNESP
A história da aspirina começou há cerca de um século, quando o químico alemão Felix Hoffman pesquisava um medicamento para ser usado no tratamento da artrite, doença de seu pai. O objetivo dele era encontrar uma droga para substituir o salicilato de sódio, medicamento usado naquela época, mas que exigia grandes doses diárias e provocava irritação e fortes dores estomacais nos pacientes. Hoffman conseguiu preparar o ácido acetilsalicílico, que veio depois a ser chamado de aspirina. A nova droga tinha as mesmas propriedades do salicilato de sódio, conseguia melhorar a qualidade de vida dos portadores de artrite e gerava menos efeitos colaterais. Hoffman trabalhava na Bayer da Alemanha e seus superiores não aceitaram de imediato substituir o salicilato de sódio pela aspirina. Eles achavam inclusive que o novo medicamento não teria futuro.
Mas não foi o que aconteceu. No caso da artrite, a aspirina tornou-se rapidamente o medicamento mais usado no tratamento dessa doença, que ataca as juntas e o tecido conectivo do corpo humano, e se apresenta sob mais de 100 diferentes formas. A aspirina é o medicamento mais barato para combater este mal, inclusive em suas formas mais comuns: a osteoartrite e a artrite reumatóide.
Nos anos 1970, o cientista britânico John Vane observou que alguns tipos de ferimento eram acompanhados da liberação em nosso corpo de substâncias chamadas de prostaglandinas. Ele também percebeu que dois grupos delas provocavam febre e vermelhidão no local do ferimento (sinais de inflamação). Vane e colaboradores descobriram que a aspirina bloqueava a síntese de prostaglandinas, evitando a formação de plaquetas, que depois se transformavam em coágulos de sangue no corpo humano. Esses coágulos eram responsáveis pelo bloqueio do fluxo de sangue para o coração, resultando no ataque cardíaco. Assim, a aspirina evita a formação de coágulos e, portanto, pode impedir o infarto do miocárdio. A descoberta foi sensacional, uma vez que só nos EUA mais de um milhão de pessoas sofrem ataques cardíacos por ano e quase 50% delas acabam morrendo.
Muitos estudos foram realizados com a aspirina nos últimos 30 anos, envolvendo grupos de pessoas que pertenciam a três categorias: pessoas com doenças cardiovasculares ou cerebrovasculares, pessoas em fase aguda de infarto e pessoas sadias. Nessas pesquisas, o uso da aspirina se mostrou de enorme importância na prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares. Houve uma sensível diminuição no número de mortes e de infartos nos grupos considerados de risco.
Como a aspirina é um anticoagulante, há muitos trabalhos de pesquisa demonstrando que ela reduz o risco de trombose e de derrame cerebral. Como se sabe, a forma mais comum deste último ocorre quando os vasos sangüíneos que irrigam o cérebro com oxigênio e nutrientes são bloqueados por coágulos.
Alguns trabalhos mais recentes tentam comprovar que a aspirina inibe o crescimento de vários tipos de tumores: endometrial, esofágico, gástrico, pulmonar e colorretal. Há também perspectivas do uso de aspirina para prevenção e tratamento de doenças que atacam o cérebro como é o caso do mal de Alzheimer e de outras enfermidades degenerativas.
A FDA (Food and Drug Administration) dos EUA aprovou, em outubro de 1998, novas orientações para o uso da aspirina em pacientes com problemas reumáticos, cardiovasculares e cerebrovasculares. Ela é recomendada, em doses adequadas, para tratamento de homens e mulheres com isquemia cerebral, derrame cerebral, angina, infarto agudo de miocárdio e doenças reumáticas e vasculares em geral.
É importante observar, no entanto, que a aspirina pode gerar efeitos colaterais indesejáveis. Muitas pessoas não toleram a droga mesmo em baixas doses. A aspirina pode provocar dores estomacais, úlceras gástricas, diarréias, náuseas, sangramentos e hemorragias internas. Seu uso não é recomendado para quem possui problemas gástricos, renais ou biliares. Deve-se evitar também o uso indiscriminado, sem a devida prescrição médica.
Antonio Carlos Massabni
Instituto de Química – Araraquara - UNESP
Grade de Programação Minicursos 2°sem. 2010 (CRQ IV)
Os minicursos são gratuitos. Poderão participar profissionais em situação regular no CRQ-IV, inclusive aqueles que solicitaram e obtiveram a dispensa do pagamento da anuidade. O interessado poderá participar de quantos minicursos desejar.
Serão abertas 40 vagas por evento, tendo participação assegurada aqueles que primeiro reservarem vaga. Recomenda-se que a reserva seja feita logo na abertura das inscrições, pois é comum as vagas se esgotarem rapidamente.
Após o preenchimento das 40 vagas, será aberta uma lista de espera. Se houver desistências, aqueles que estiverem na lista de espera serão contatados por telefone e deverão responder na hora se confirmam ou não a participação.
Os estudantes previamente cadastrados no Conselho também poderão participar. As inscrições recebidas desse público, porém, serão automaticamente colocadas na lista de espera. Serão chamados se houver desistências ou sobras de vagas.
A reserva deverá ser feita exclusivamente pelos telefones indicados na tabela. Não será possível fazer a reserva por e-mail, fax, pessoalmente ou fora dos períodos também indicados na tabela.
Maiores informações e tabela de cursos CLIQUE AQUI
Serão abertas 40 vagas por evento, tendo participação assegurada aqueles que primeiro reservarem vaga. Recomenda-se que a reserva seja feita logo na abertura das inscrições, pois é comum as vagas se esgotarem rapidamente.
Após o preenchimento das 40 vagas, será aberta uma lista de espera. Se houver desistências, aqueles que estiverem na lista de espera serão contatados por telefone e deverão responder na hora se confirmam ou não a participação.
Os estudantes previamente cadastrados no Conselho também poderão participar. As inscrições recebidas desse público, porém, serão automaticamente colocadas na lista de espera. Serão chamados se houver desistências ou sobras de vagas.
A reserva deverá ser feita exclusivamente pelos telefones indicados na tabela. Não será possível fazer a reserva por e-mail, fax, pessoalmente ou fora dos períodos também indicados na tabela.
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