Agora que todos já estão sabendo os vencedores desta edição do Oscar, vamos ver algumas coisas interessantes sobre os elementos químicos presentes no prêmio.
A estatueta teve o seu design original supervisionado por Cedric Gibbons, e forma esculpida por George Stanley, entregue aos vencedores desde a primeira cerimônia em 1929. Com uma altura de 34 centímetros e 13,3 centímetros de diâmetro, o objeto tem em torno de 3,85 kg. Mas nem todos estes quase 4 quilogramas são de ouro, e boa parte da sua estrutura é em liga chamada Britannia, composta de mistura de 93% de estanho, 5% antimônio e 2% de cobre.
Inicialmente a liga Britannia é fundida e derramada dentro de um molde pré-esculpido. Após alguns minutos o material solidifica podendo ser retirado do molde para ter os excessos removidos e o corpo polido.
A próxima etapa é uma galvanoplastia na qual ocorre a imersão em quatro diferentes soluções próprias para o processo. Primeiro é recoberta com cobre para uma proteção contra corrosão. Depois é imersa em uma solução contendo níquel para melhorar as qualidades adesivas da superfície. E então uma camada de prata completa a terceira fase de recobrimento, fornecendo uma base fina e brilhante para a etapa final. Que encerra com uma bela camada de ouro 24 quilates.
A base na qual será montada possui um corpo em latão (liga em cobre e zinco) recoberto com uma camada de níquel preto, e decorada com uma plaqueta de identificação do prêmio.
CLIQUE AQUI e veja o vídeo
Fonte: http://www.tabelaperiodica.org/os-elementos-no-oscar/
quarta-feira, 16 de março de 2011
MARIE CURIE - DEZ VEZES A PRIMEIRA !!
1. A primeira de sua classe quando terminou aos 15 anos os estudos de bacharelado (1883). Recebeu na ocasião uma medalha de ouro.
2. A primeira mulher graduada em Física na Universidade de Sorbone. Naquele ano (1893) somente duas mulheres se graduaram em toda a Universidade de Paris. Marie foi, também, a primeira da classe.
3. A primeira pessoa em utilizar o termo radioatividade (1898).
4. A primeira mulher na Europa que recebeu o doutorado em Ciências (1903).
5. A primeira mulher a receber um Prêmio Nobel de Física (1903). O prêmio foi-lhe outorgado, conjuntamente com seu esposo Pierre e com Henri Becquerel, pela descoberta da radioatividade.
6. A primeira mulher que foi professora e chefe de laboratório na Universidade da Sorbone (1906).
7. A primeira pessoa a ter dois Prêmios Nobel. O segundo seria de Química, em 1911, por ter isolado o Rádio e pesquisado seus compostos.
8. A primeira mulher que foi membro da Academia Francesa de Medicina (1922).
9. A primeira mãe Nobel com uma filha Nobel. Em 1935 sua filha Irene obteve o prêmio em Química.
10. A primeira mulher a ser enterrada sob a cúpula do Panteão por méritos próprios (1995).
Fonte: http://blogdasmoleculas.blogspot.com/2011/01/marie-curie-dez-vezes-primeira.html
2. A primeira mulher graduada em Física na Universidade de Sorbone. Naquele ano (1893) somente duas mulheres se graduaram em toda a Universidade de Paris. Marie foi, também, a primeira da classe.
3. A primeira pessoa em utilizar o termo radioatividade (1898).
4. A primeira mulher na Europa que recebeu o doutorado em Ciências (1903).
5. A primeira mulher a receber um Prêmio Nobel de Física (1903). O prêmio foi-lhe outorgado, conjuntamente com seu esposo Pierre e com Henri Becquerel, pela descoberta da radioatividade.
6. A primeira mulher que foi professora e chefe de laboratório na Universidade da Sorbone (1906).
7. A primeira pessoa a ter dois Prêmios Nobel. O segundo seria de Química, em 1911, por ter isolado o Rádio e pesquisado seus compostos.
8. A primeira mulher que foi membro da Academia Francesa de Medicina (1922).
9. A primeira mãe Nobel com uma filha Nobel. Em 1935 sua filha Irene obteve o prêmio em Química.
10. A primeira mulher a ser enterrada sob a cúpula do Panteão por méritos próprios (1995).
Fonte: http://blogdasmoleculas.blogspot.com/2011/01/marie-curie-dez-vezes-primeira.html
Criado um vidro mais forte do que o aço
Microfotografia de um entalhe feito no novo vidro metálico, mostrando a "blindagem plástica" contra trincas.[Imagem: Ritchie/Demetriou]
Não apenas mais forte que o aço, mas um vidro resistente a danos que supera a tenacidade e a resistência de qualquer material conhecido. E seus criadores, uma equipe de vários laboratórios dos Estados Unidos, afirmam que versões ainda melhores são teoricamente possíveis de se conseguir.
Vidro metálico
O novo vidro metálico é uma microliga contendo paládio, um metal com uma elevada resistência à deformação, o que neutraliza a fragilidade intrínseca dos materiais vítreos.
"Este é o primeiro uso de uma nova estratégia para a fabricação de vidros metálicos, e acreditamos que podemos usá-la para tornar o vidro ainda mais forte e resistente," afirma Robert Ritchie, do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, um dos membros da equipe.
Os materiais vítreos não são exatamente sólidos - eles têm uma estrutura não-cristalina, amorfa, que os torna inerentemente fortes, mas muito quebradiços. O problema é especialmente sério nos vidros metálicos, onde bandas de cisalhamento individuais podem se formar e se estender por todo o material, o que leva a falhas radicais sob tensões muito pequenas.
Plasticidade
Neste novo trabalho, a equipe produziu um material de vidro puro, cuja composição química única gera uma ampla plasticidade pela formação de bandas de cisalhamento múltiplas, antes que as bandas individuais se transformem em rachaduras. As amostras iniciais do novo vidro metálico eram microligas de paládio com silício, fósforo e germânio, que permitiram a fabricação de bastões de vidro de aproximadamente um milímetro de diâmetro.
A adição de prata para o mix permitiu aos pesquisadores expandir a espessura das hastes de vidro para seis milímetros. As dimensões das peças de vidro metálico são limitadas pela necessidade de esfriar rapidamente os metais líquidos para formar sua estrutura final amorfa, mas os cientistas afirmam que refinamentos na técnica deverão permitir a criação de materiais ainda mais resistentes e fortes.
FONTE: Inovação Tecnológica
Bibliografia:
A Damage-Tolerant Glass
Marios D. Demetriou, Maximilien E. Launey, Glenn Garrett, Joseph P. Schramm, Douglas C. Hofmann, William L. Johnson, Robert O. Ritchie
Nature Materials
09 January 2011
Vol.: Published online
DOI: 10.1038/nmat2930
http://blogdasmoleculas.blogspot.com/2011/01/criado-um-vidro-mais-forte-que-o-aco.html
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Energia Nuclear = Energia Verde ??
Desde 1986, com o desastre de Chernobyl, a energia nuclear é vista com desconfiança pelo público em geral. Realmente, as usinas nucleares podem ser muito perigosas, mas além do perigo da segurança das instalações ainda há outros fatores que prejudicam a popularidade desse tipo de energia. Confira:
•A energia nuclear pode ser usada para a construção e proliferação de armas nucleares.
•A construção de uma usina nuclear é cara e demora de 15 a 20 anos para ser concluída.
•Elas funcionam à base de urânio, elemento que não é muito fácil de ser encontrado.
•Os resíduos da fissão nuclear são elementos altamente radioativos.
No entanto esse é só um lado da história. Saiba por que a energia nuclear ainda é considerado um modo de geração de energia vantajoso:
•Usinas nucleares produzem um milhão de vezes a energia que hidrelétricas e energia eólica são capazes de produzir.
•Elas são responsáveis por 18% da produção de energia elétrica mundial.
•Não há liberação de gases do efeito estufa nas reações nucleares.
•A fissão usa muito pouco urânio. As reservas atuais poderiam durar por até 100 anos.
•Combustível nuclear é barato e fácil de ser transportado.
Além disso, há quatro avanços tecnológicos em desenvolvimento, que devem amenizar as desvantagens da energia nuclear:
•Reatores em miniatura, do tamanho de uma banheira, podem fornecer energia para 20 mil casas. A inovação deverá começar a ser usada em 2020. Além disso eles são baratos e, por seu tamanho, fáceis de transportar.
•Reatores da 4ª. geração (hoje usamos reatores de 2ª. e 3ª.) estão sendo desenvolvidos – eles deverão ser mais seguros, econômicos e sustentáveis. Devem começar a funcionar na década de 2030.
•O tório pode produzir 200 vezes mais energia do que a mesma quantidade de urânio e 3,5 milhões de vezes a mais do que carvão natural. Ele é mais abundante que urânio, não pode ser “convertido” em arma nuclear e pode livrar o mundo da necessidade de petróleo.
•Está sendo estudada a possibilidade de construir, em 2040, um reator nuclear que usa a água do mar na França. A energia seria limpa e, teoricamente, ilimitada.
Fonte: Revista Hype Science
•A energia nuclear pode ser usada para a construção e proliferação de armas nucleares.
•A construção de uma usina nuclear é cara e demora de 15 a 20 anos para ser concluída.
•Elas funcionam à base de urânio, elemento que não é muito fácil de ser encontrado.
•Os resíduos da fissão nuclear são elementos altamente radioativos.
No entanto esse é só um lado da história. Saiba por que a energia nuclear ainda é considerado um modo de geração de energia vantajoso:
•Usinas nucleares produzem um milhão de vezes a energia que hidrelétricas e energia eólica são capazes de produzir.
•Elas são responsáveis por 18% da produção de energia elétrica mundial.
•Não há liberação de gases do efeito estufa nas reações nucleares.
•A fissão usa muito pouco urânio. As reservas atuais poderiam durar por até 100 anos.
•Combustível nuclear é barato e fácil de ser transportado.
Além disso, há quatro avanços tecnológicos em desenvolvimento, que devem amenizar as desvantagens da energia nuclear:
•Reatores em miniatura, do tamanho de uma banheira, podem fornecer energia para 20 mil casas. A inovação deverá começar a ser usada em 2020. Além disso eles são baratos e, por seu tamanho, fáceis de transportar.
•Reatores da 4ª. geração (hoje usamos reatores de 2ª. e 3ª.) estão sendo desenvolvidos – eles deverão ser mais seguros, econômicos e sustentáveis. Devem começar a funcionar na década de 2030.
•O tório pode produzir 200 vezes mais energia do que a mesma quantidade de urânio e 3,5 milhões de vezes a mais do que carvão natural. Ele é mais abundante que urânio, não pode ser “convertido” em arma nuclear e pode livrar o mundo da necessidade de petróleo.
•Está sendo estudada a possibilidade de construir, em 2040, um reator nuclear que usa a água do mar na França. A energia seria limpa e, teoricamente, ilimitada.
Fonte: Revista Hype Science
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Curiosidades Rapidinhas ..
O mercúrio não é o único “metal líquido” em temperatura ambiente
O Gálio, apesar de ficar sólido em temperatura ambiente, fica líquido se entrar em contato com sua mão, por exemplo. O Frâncio e o Césio também podem ficar líquidos na temperatura ambiente.
Ouvir o mar em uma concha
Quando você “ouve o mar em uma concha”, na verdade você está ouvindo o som do seu próprio sangue correndo em suas veias. Você pode usar qualquer compartimento parecido com uma concha, como um copo, para perceber o mesmo fenômeno.
Fonte: http://hypescience.com/14-curiosidades-cientificas-para-alimentar-qualquer-conversa-de-bar/
O Gálio, apesar de ficar sólido em temperatura ambiente, fica líquido se entrar em contato com sua mão, por exemplo. O Frâncio e o Césio também podem ficar líquidos na temperatura ambiente.
Ouvir o mar em uma concha
Quando você “ouve o mar em uma concha”, na verdade você está ouvindo o som do seu próprio sangue correndo em suas veias. Você pode usar qualquer compartimento parecido com uma concha, como um copo, para perceber o mesmo fenômeno.
Fonte: http://hypescience.com/14-curiosidades-cientificas-para-alimentar-qualquer-conversa-de-bar/
domingo, 12 de dezembro de 2010
Incidente mais grave que Chernobyl pode ter acontecido !
O jornal ucraniano Segodnya afirma que um grupo de ambientalistas descobriu uma área no país onde os níveis de radiação são ainda maiores do que em Chernobyl.
A área é localizada na região de Dnepropetrovsk, perto de uma mina de urânio abandonada.
Segundo Oleksiy Vedmidsky, um ecologista local, a mina é um perigo para as pessoas que passam pela região. Ele levou ao local um medidor de radiação que indicou 2611 micro Roentgen por hora – para você ter uma idéia, a zona de Chernobyl não passa de mais de 600.
Os números alarmantes levantaram a suspeita – um incidente similar à Chernobyl poderia ter ocorrido e sido ocultado?
As autoridades locais desmentiram o boato, mas os ambientalistas afirmam que há 7 milhões de toneladas de material radioativo enterradas no local. A radiação pode até não matar ninguém instantaneamente, mas a exposição a longo prazo pode causar efeitos colaterais muito graves.
Fonte: Revista HypeScience
A área é localizada na região de Dnepropetrovsk, perto de uma mina de urânio abandonada.
Segundo Oleksiy Vedmidsky, um ecologista local, a mina é um perigo para as pessoas que passam pela região. Ele levou ao local um medidor de radiação que indicou 2611 micro Roentgen por hora – para você ter uma idéia, a zona de Chernobyl não passa de mais de 600.
Os números alarmantes levantaram a suspeita – um incidente similar à Chernobyl poderia ter ocorrido e sido ocultado?
As autoridades locais desmentiram o boato, mas os ambientalistas afirmam que há 7 milhões de toneladas de material radioativo enterradas no local. A radiação pode até não matar ninguém instantaneamente, mas a exposição a longo prazo pode causar efeitos colaterais muito graves.
Fonte: Revista HypeScience
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Misturando todos os elementos da Tabela Periódica
Você já se perguntou, em meio a divagações nas aulas de química, o que aconteceria se todos os elementos da tabela periódica fossem misturados? Nós temos a resposta!
Os cientistas acreditam que o resultado seria um “glúon de plasma” (o que os cientistas acreditam que saiu do Big Bang), ou plutônio em chamas. Então não tente isso em casa – e, por sorte, ninguém pode tentar. Segundo químicos teóricos uma experiência dela necessitaria de 118 instalações como as do LHC, o acelerador de partículas.
Além disso, o resultado da mistureba provavelmente desapareceria instantes após ter sido criado.
Isso é tão difícil de ser previsto porque a natureza reativa dos elementos é imprevisível. Coisas diferentes poderiam acontecer se um elemento A entrasse em contato com o elemento B antes que o C, ou se o A encontrasse o C primeiro, por exemplo.
Uma coisa é certa no entanto – o resultado não seria bonito. Se o resultado fosse plutônio em chamas, o simples fato de você inalar a fumaça dele causa morte instantânea. Depois disso, tudo se transformaria em plasma inativo
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